Diferenciais

O Gerir é uma organização social que tem o objetivo de levar as melhores práticas da gestão privada à administração pública. É formado por uma equipe multidisciplinar e vem se notabilizando pela gestão eficiente e humanizada de unidades públicas de saúde em diversas cidades e estados do Brasil.

Agilidade, eficiência e humanização em cerca de 1.077.000 atendimentos por ano, com mais de 1.045 leitos hospitalares.

Com planejamento e agilidade, fazemos mais com menos, levando as boas práticas das melhores organizações privadas do país para a rede pública.

uma organização social que tem o objetivo de levar as melhores práticas da gestão privada à administração pública. É formado por uma equipe multidisciplinar e vem se notabilizando pela gestão eficiente e humanizada de unidades públicas de saúde em diversas cidades e estados do Brasil.

Agilidade, eficiência e humanização em cerca de 1.077.000 atendimentos por ano, com mais de 1.045 leitos hospitalares.

Com planejamento e agilidade, fazemos mais com menos, levando as boas práticas das melhores organizações privadas do país para a rede pública.

A BDO, uma das maiores empresas de auditoria do mundo, com atuação em mais de 140 países, é responsável pela análise das contas do Gerir.

O Gerir também é a primeira organização social do Brasil a adotar normas de compliance, assegurando rigoroso cumprimento das normas do setor. Toda área de compliance do Gerir está sob responsabilidade do escritório WFaria.

O que é compliance?

Nos âmbitos institucional e corporativo, Compliance é o conjunto de disciplinas para fazer cumprir as normas legais e regulamentares, as políticas e as diretrizes estabelecidas para o negócio e para as atividades da instituição ou empresa, bem como evitar, detectar e tratar qualquer desvio ou inconformidade que possa ocorrer.

O termo compliance tem origem no verbo inglês to comply, que significa agir de acordo com uma regra, uma instrução interna, um comando ou um pedido.

A razão da existência de um sistema de saúde é o cuidar da saúde, e na atualidade esse cuidar precisa ser feito de maneira humanizada, tanto para os usuários quanto para os profissionais que atuam nesses ambientes.

Classificação de Risco

Para a garantia da segurança e da qualidade do paciente, o GBCR realiza a implantação do Sistema Manchester de Classificação de Risco, que visa a determinar a prioridade clínica do paciente, garantindo que o primeiro atendimento médico ocorra no tempo adequado.

Para tanto, existe um aparelho computadorizado que, a partir de um questionário, determina qual atendimento deve ser priorizado. A mesma máquina faz exames complementares para garantir a certeza da classificação, que são: saturação, frequência cardíaca, temperatura, glicemia e pressão arterial.

Serviço de Emergência

Apresenta um trabalho que faz toda a diferença para os pacientes. Na Sala da Emergência há médicos, de todas as especialidades, a postos para os casos de urgência. Ao invés de o paciente se deslocar em maca para outras salas ou esperar médicos de uma ou outra especialidade, eles já se encontram reunidos aonde o paciente chega em busca de socorro. Essa qualidade no atendimento ajuda em todos os casos, mas principalmente naqueles em que tempo é um dos principais aspectos a ser levado em conta.

Informações e qualificações contínuas aos funcionários

Alimentação

São 101 profissionais (clínica e produção) atuando sob as normas da empresa Nutrymax Alimentos, servindo uma média diária de 2.500 refeições para pacientes e 750 para colaboradores.

Central de Hotelaria

A Grifort, de Cuiabá, com trabalho consolidado em 20 cidades, é responsável por tudo o que diz respeito à parte de hotelaria de padrão hospitalar. Além de lavar, há processos de triagem, desinfecção, esterilização, embalagem e distribuição do material a ser usado em enfermarias, nas UTI e no Centro de Cirurgia.

A Dona Gentileza que gera gentileza

O lema instaurado no HUGO para o tratamento com os internados e seus acompanhantes é autoexplicativo: paciência com o paciente. Como o serviço de camararia também está sob responsabilidade do CHH, todas as colaboradoras são treinadas em prol da humanização do atendimento.

As camareiras têm turnos de 12 por 36 horas, em quatro equipes. Cada equipe é responsável por um andar. Além de fazer os procedimentos de troca de roupas e lençóis das UTI, de Centros Cirúrgicos e Enfermarias, elas são responsáveis também por grande parte da interação com os pacientes.

O nome do programa é Dona Gentileza e tem mudado a rotina do hospital, até mesmo em termos de hábitos: como todas as camareiras e demais trabalhadores da empresa terceirizada são obrigados a usar uma vestimenta padrão e abolir, por exemplo, o uso de adornos — brincos, pulseiras, anéis etc. —, o que não era costume no hospital, isso tem gerado uma mudança de comportamento também em outros setores da unidade.

Fonte: Matéria do Jornal Opção de 5 outubro de 2015

Gestão da Qualidade

Representa ações articuladas no intuito de obtenção de maiores benefícios, com os menores riscos possíveis para o paciente, buscando integração harmônica de todas áreas internas nos processos de gestão, assegurando uma assistência humanizada e resolutiva.

Psicologia

Funciona ininterruptamente e se volta para os pacientes e visitantes de todas as unidades. O psicólogo, em relação ao atendimento na emergência, faz a ponte entre o paciente e a família, acalma e auxilia o paciente. Assim como no trabalho de pronto-atendimento, existe uma preparação do paciente para entrar em cirurgias. Essa equipe passa nas enfermarias para saber que paciente precisa de auxílio psicológico e prepara os familiares para entrarem na UTI. Além de todo esse processo, é papel do psicólogo passar por todas as notícias de óbito juntamente com o médico. Vale ressaltar que não é dever do psicólogo dar a notícia, mas sim acolher e acompanhar aqueles que a receberam.

Realizando um trabalho diferenciado, a equipe de psicólogos do HUGO implementou um procedimento muito interessante: o “Correio afetivo”, pelo qual os pacientes que ficam no pós emergência e não podem ser visitados recebem bilhetes de amigos e parentes, que dão força e apoio com carinho e dedicação.

Assistência Social

O Serviço Social está presente no HUGO e dispõe de 16 profissionais atuantes de forma integral. São capazes de reconhecer as capacidades e debilidades individuais dos pacientes e seus familiares e a correlação destes com as condições sociais e de saúde da comunidade em que está inserido.

Ouvidoria Ativa

Para facilitar a comunicação entre o paciente e acompanhante com o hospital, os colaboradores da Ouvidoria Ativa procuram, diariamente, cada paciente ou acompanhante, colhendo informações de como transcorre o atendimento e encaminhando à Diretoria todas as reclamações, críticas e sugestões.

A Ouvidoria é um mecanismo institucional para a participação dos cidadãos e contribui com a gestão democrática e participativa da saúde pública.

engenharia clinica

Engenharia Clínica

Gestão e manutenção, além de acompanhamento de recursos físicos e tecnológicos. Fazem parte dessa equipe: Engenharia mecânica, engenharia clínica, eletricista, encanador, operador de caldeira, técnico de equipamentos médicos e recepção, sendo ao todo 30 colaboradores. Para auxílio no serviço eles utilizam do sistema Grifit – software da própria empresa terceirizada (TCLIN). Responsável: Marco Aurélio Bertoni e Juliana Pulheiz

 

HOTELARIA Ba (19)

Ao contrário do que o senso comum geralmente supõe, o risco de uma infecção hospitalar é iminente em um hospital de traumas. O paciente já chega ao HUGO com o processo infeccioso em si, depois de acidentes e perfurações, por causa das escoriações e ferimentos que sofre e o contato com a sujeira e objetos contaminados. É como uma superfície estéril que foi vazada. “O controle de infecção hospitalar sempre será um desafio para um hospital de traumas”, afirma o diretor-geral do Hugo, Ciro Ricardo Pires de Castro.

O Hugo não é um hospital convencional. É o segundo maior do Estado. São três toneladas de roupas, lençóis e panos cirúrgicos processados por dia. Uma das primeiras providências foi contratar uma empresa para cuidar de toda a estrutura. A Grifort, de Cuiabá, tem trabalho consolidado em 20 cidades e ganhou o contrato para ficar responsável por tudo o que diz respeito à parte de hotelaria de padrão hospitalar. Além de lavar, há processos de triagem, desinfecção, esterilização, embalagem e distribuição do material a ser usado em enfermarias, UTIs e centro de cirurgia.

A responsável técnica pelo CHH é Darllana Espindula, graduada em Enfermagem e com especialização em Controle de Infecção, ambos os cursos pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO). O ambiente do local parece ser totalmente asséptico, mas o controle pede mais ainda. Há diversas formas de minimizar qualquer risco de contaminação. Tudo regulado por normas da Vigilância Sanitária. “Na verdade, muitas vezes a empresa se antecipou ao que depois a própria Vigilância veio a pedir”, diz Darllana.

A chamada “área suja” — para onde são levados os materiais e vestimentas usados por cirurgiões, enfermeiros e pacientes — é totalmente isolada e uma equipe de colaboradores faz a separação das roupas, dividindo entre os diversos graus — de sujeira mínima a inutilizável.

CME Esterilizacao (6)

Equipamentos essenciais

A autoclave que serve à esterilização do material que será utilizado nas cirurgias é um ponto chave no trabalho do CHH. A própria máquina identifica os problemas na carga: se houver alguma coisa, o conteúdo é descartado e todo o processo tem de ser refeito. Depois, dentro de cada pacote já embalado, há um integrador que verifica, por meio de uma linha termossensível, se o kit está realmente pronto para uso. Isso foi uma pequena revolução, pois reduziu sensivelmente o número de procedimentos que tinham de ser adiados por falta de condições de uso do material. “O índice de cirurgias aumentou 43%”, informa Darllana Espin­dula. É um aumento considerável, levando-se em conta seu impacto social — quantas vidas foram preservadas com esse ganho de qualidade?

Por fim, outro equipamento que controla o ambiente é o “fresh air”, uma espécie de ionizador do tamanho de uma caixa de som, instalado no alto de uma parede, que reduz em 99,9% a presença de micro-organismos no ambiente.

Toda o espaço gerido pela terceirizadora mostra ser, aparentemente, o mais rigoroso possível no tocante à observação das normas de segurança e higiene. E a diferença entre “antes” e o “depois” — do qual, por exemplo, a nova calandra (máquina usada para alisar as peças em tecido), em relação à antiga, é prova viva — não deixa dúvidas: o “coração do Hugo”, como chegou a dizer o próprio diretor, está mudado para muito melhor.

DONA-GENTILEZA

A Dona Gentileza que gera gentileza

O lema instaurado no Hugo para o tratamento com os internados e seus acompanhantes é autoexplicativo: paciência com o paciente. Como o serviço de camararia também está sob responsabilidade do CHH, todas as colaboradoras são treinadas em prol da humanização do atendimento. Se Darllana Espindula cuida da parte técnica, a psicóloga Kelly Cristina Rezende é quem comanda o trabalho de gerenciamento humano.

As camareiras têm turnos de 12 horas por 36 horas, em quatro equipes. Cada uma delas é responsável por um andar. Além de fazer os procedimentos de troca de roupas e lençóis de UTIs, centros cirúrgicos e enfermarias, elas são responsáveis também por grande parte da interação com os pacientes.

O nome do programa é Dona Gentileza e tem mudado a rotina do hospital, até mesmo em termos de hábitos: como todas as camareiras e demais trabalhadores da empresa terceirizada são obrigados a usar uma vestimenta padrão e abolir, por exemplo, o uso de adornos — brincos, pulseiras, anéis etc. —, o que não era costume no hospital, isso tem gerado uma mudança de comportamento também em outros setores da unidade.

Fonte: Matéria do Jornal Opção de 5 outubro de 2015

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Satisfação com hospitais do Estado é de 90,7%. A avaliação foi resultado de pesquisa do SERPES realizada de 4 a 11 de setembro de 2014.

O resultado demonstrou a evolução da Saúde do Estado, com a gestão vinculada a contratos com as Organizações Sociais, que têm evoluído com processos de qualidade e segurança do paciente. A satisfação global de usuários e acompanhantes nos hospitais estaduais foi de 91,25% (usuários, acompanhantes e servidores).

De forma segmentada, os usuários conferiram 89,8% de satisfação, enquanto os acompanhantes creditaram 92,7% e os profissionais de saúde, 97,9%. A pesquisa foi encomendada pela Lide Saúde, realizada de 4 a 11 de setembro, e entrevistou 1.514 pessoas em todo o Estado. O trabalho serviu de apoio para o Governo do Estado fazer o acompanhamento e a avaliação periódicos da qualidade dos serviços prestados na área da Saúde.

“O mais importante é que o SERPES ouviu as pessoas que de fato utilizaram as unidades de saúde estaduais. Dessa forma, obtivemos um retrato fidedigno de como nosso atendimento está sendo avaliado pela população, em uma amostra que nos orientará a como direcionar o trabalho para chegar a 100% de satisfação”, afirmou o secretário de Estado da Saúde na época, Dr. Halim Antonio Girade.

Para a Secretaria da Saúde de Goiás, outro ponto importante da pesquisa foi ter ouvido os profissionais dos hospitais: “São eles que necessitam do respaldo da gestão para fazerem melhor seu trabalho e servir ao paciente de forma adequada. Ouvir a opinião deles, foi muito importante para sabermos o real efeito das mudanças que operamos”, explicou Girade.

Mas o maior reconhecimento do hospital encontra-se nas constantes manifestações espontâneas de pacientes e acompanhantes, através de faixas e relatórios de elogios encaminhados ao Recursos Humanos, e depoimentos.

 

 

A Organização Nacional de Acreditação (ONA), possui metodologia de avaliação reconhecida pela ISQua (International Society for Quality in Health Care), associação parceira da Organização Mundial da Saúde (OMS) e que conta com representantes de instituições acadêmicas e organizações de saúde de mais de 100 países.

O HUGO é o primeiro hospital com perfil de atendimento em traumas de Goiás a conseguir essa acreditação, fruto de uma auditoria que avaliou a liderança e administração, organização profissional, atenção ao paciente, diagnóstico, abastecimento e apoio logístico, além de infraestrutura, apoio técnico e ensino e pesquisa.

De 6.140 hospitais de todo o Brasil, este certificado já foi concedido apenas para 4,61%. Isto evidencia o HUGO entre os três que possuem essa acreditação: Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP) e o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa (PB).

Veja discurso governador …