Primeiros socorros

Soccorso autostradale

Mais que obrigação, prestar socorro às pessoas é uma questão de cidadania, afirma Milton Steinman, cirurgião da Unidade de Pronto Atendimento e do Corpo Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE). “Todo cidadão tem que socorrer, mesmo porque os incidentes podem acontecer com qualquer um de nós.”

acidentes-automobilisticos

Em casos de acidentes envolvendo veículos, que variam de acidentes de trânsito com vítima a queda de motos são três os passos importantes para ajudar nesses casos:

Garantir a segurança do lugar: é muito comum parar para prestar socorro à vítima e sofrer um outro acidente ou prejudicar o ferido. Portanto, deve-se sinalizar o local. E, se você estiver dirigindo, parar seu veículo distante do acidentado.

Colher todas as informações do local: quantidade de vítimas e se estão conscientes; o tipo de acidente; se há alguém preso nas ferragens; se as vítimas estiverem acordadas: perguntar o nome delas, o que ocorreu e se sentem dor; tentar tranquilizá-las; pedir que não se movimentem. “Caso haja lesão na coluna, se a pessoa se mexer ou se houver movimentação inadequada, pode haver sequelas para o resto da vida”, alerta o dr. Steinman

Pedir socorro: telefonar para o atendimento médico, no 192 ou 193, e passar todos os detalhes colhidos ao atendente. A partir das informações transmitidas, será definido se o serviço a ser enviado é de suporte básico ou avançado (quando envolve o uso da Unidade de Tratamento Intensivo). O Corpo de Bombeiros deverá ser avisado caso houver necessidade de retirar vítimas das ferragens.

Existem situações nas quais não se deve, em hipótese alguma, movimentar a vítima. São elas: Inconsciência; Traumatismo craniano; Pacientes com dor no pescoço, ou que não conseguem movimentar braços ou pernas;Grandes acidentes.

Se a vítima estiver consciente, não alcoolizada e não sentir dores é possível ajudá-la a sair do veículo e colocá-la em lugar seguro. Mas só se houver a certeza dessas informações.

Não se deve tentar entrar no automóvel ao desconfiar que existe algum risco de combustão e explosão. Para acidentes de moto ou atropelamentos é preciso pedir que a vítima fique com a barriga para cima, se possível. Se a pessoa estiver de bruços, não é recomendável tentar virá-la. Esses cuidados têm o objetivo de evitar danos na coluna cervical.

Mesmo que você seja treinado e saiba técnicas de primeiros socorros, nem sempre é seguro tentar auxiliar a vítima porque muitas vezes o uso dos materiais como colar de imobilização para realizar os procedimentos é imprescindível.

De acordo com o cirurgião, seguir os três passos acima significa que grande parte do socorro já foi realizada.

Nas situações em que for perigoso e você parar para ajudar, verifique da melhor forma possível o que aconteceu, mesmo que de longe. Telefone para o 192 para explicar onde ocorreu o acidente e em que condições está o veículo acidentado. É importante se identificar.

Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

Na praia

afogamento

Como evitar acidentes:

  • Adultos devem supervisionar constantemente as crianças;
  • Não usar as divertidas boias infláveis, que podem furar;
  • Adultos não devem ingerir drogas ou álcool antes de entrar no mar;

Como agir:

  • As condições precisam ser completamente seguras para que o socorrista entre na água. A correnteza atrapalha. É mais indicado chamar alguém treinado para fazer o resgate
  • Ao retirar a vítima do mar, é necessário deitá-la no chão de barriga para cima, proteger o pescoço e a coluna cervical e deixá-la imobilizada
  • Se houver algum objeto na boca da vítima que possa causar engasgo é preciso retirá-lo
  • Se não estiver respirando, é preciso fazer respiração boca-a-boca (esta técnica exige treinamento prévio)
  • É importante aquecer a vítima para evitar hipotermia
  • Chamar por socorro

Na piscina

Como evitar acidentes:

  • Crianças devem ser supervisionadas em tempo integral e adultos ou adolescentes devem ser treinados para prestar socorro
  • Nunca deixar brinquedos na beira da piscina
  • Em casa: a piscina deve ser totalmente cercada e ter o portão trancado

Como agir:

  • A ação na piscina é um pouco mais fácil pois não há correnteza
  • Após retirar a vítima da água, seguir as mesmas orientações de afogamento no mar
  • Iniciar o socorro e chamar a ambulância

No banho

Como evitar acidentes:

  • Afogamentos também podem acontecer com os bebês durante o banho em banheiras. O ideal é supervisionar a atividade em tempo integral

Para constatar a gravidade de uma situação, dois pontos devem ser avaliados:

  • Se a vítima está consciente ou não
  • Se consegue respirar espontaneamente

Quando a pessoa estiver inconsciente e não respirar isso é o suficiente para saber que sua circulação também está prejudicada. De acordo com o dr. Luciano Monte Alegre Forlenza, cardiologista da Unidade de Primeiro Atendimento do HIAE, é fundamental chamar a ajuda de um serviço de resgate imediatamente. E, se quem estiver prestando os primeiros socorros souber como, deve iniciar as manobras básicas de ressuscitação cardiopulmonar, até que chegue o resgate.

Nas situações de emergência descritas acima, o paciente tem alta probabilidade de desenvolver dano agudo grave em um de seus órgãos ou funções vitais, podendo ficar com sequelas ou perder a vida. Isso pode acontecer em pouco tempo. Sendo assim, o socorro imediato (em cerca de minutos) é imprescindível e o tratamento especializado é fundamental.

Na urgência médica, o dano agudo grave ainda não ocorreu. Quando detectada a urgência, o paciente pode ser atendido em poucas horas. Mesmo assim, a situação pode trazer danos permanentes se não for tratada adequadamente.

Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

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Infarto do Miocárdio, também conhecido como ataque cardíaco, é a morte das células de uma porção do músculo do coração, em decorrência da formação de um coágulo (trombo) que interrompe, de forma súbita e intensa, o fluxo de sangue no interior da artéria coronária.

A principal causa do infarto é a aterosclerose, processo no qual placas de gordura se desenvolvem, ao longo dos anos, no interior das artérias coronárias, criando dificuldade à passagem do sangue.

Na maioria dos casos, o infarto ocorre quando há o rompimento de uma dessas placas, levando a formação do trombo e interrupção do fluxo sanguíneo.

Cada artéria coronária irriga uma região específica do coração. Sendo assim, a localização do infarto dependerá da artéria obstruída. Mais raramente, o infarto pode ser causado por espasmo da artéria coronária (contração súbita da parede da artéria) interrompendo o fluxo de sangue ou por desprendimento de um coágulo originado dentro do coração e que se aloja no interior da coronária.

Nos diabéticos e nos idosos, o infarto pode ser “silencioso”, sem sintomas específicos. Por isso, deve-se estar atento a qualquer mal-estar súbito que apresentado por esses pacientes.

Como proceder

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Fatores de risco

Tabagismo

O cigarro é o maior fator de risco para a morte cardíaca súbita.

Colesterol

O colesterol ruim (LDL), quando em excesso, deposita-se no interior das artérias, levando à aterosclerose.

Diabetes mellitus

A chance de ocorrência de infarto em diabéticos é 2 a 4 vezes maior.

Hipertensão arterial

Metade das pessoas que infartam é hipertensa.

Obesidade

Especialmente, a obesidade abdominal (acúmulo de gordura na região da cintura) aumenta a chance de um ataque cardíaco.

Estresse e Depressão

Além de fator de risco, quando não tratados, pioram a evolução dos pacientes após o infarto.

Complicações

Arritmias cardíacas

Alterações do ritmo cardíaco são frequentes na vigência do infarto. Metade dos pacientes morre antes de chegar ao serviço de saúde (pronto socorro ou hospital) em decorrência de arritmias.

Insuficiência Cardíaca

Quanto mais extensa a área do infarto maior a chance de ocorrer enfraquecimento do músculo cardíaco. Em tal situação, o coração não conseguirá bombear adequadamente o sangue para o corpo, resultando em insuficiência cardíaca.

Sintomas

  • Dor ou desconforto no peito que pode irradiar-se para as costas, mandíbula, braço esquerdo e, mais raramente, para o braço direito. A dor costuma ser intensa e prolongada, acompanhada de sensação de peso ou aperto sobre tórax. Menos frequentemente, a dor é localizada no abdome, podendo ser confundida com gastrite ou esofagite de refluxo.
  • Falta de ar. Especialmente nos idosos, esse pode ser o principal sintoma do infarto.
  • Outros sintomas incluem sudorese (suor em excesso), palidez e alteração dos batimentos cardíacos.

Tratamento

O infarto do miocárdio é uma emergência médica. Metade das mortes por IAM ocorre nas primeiras horas após o início dos sintomas. Quanto mais precoce o tratamento, menor será o dano ao miocárdio.

  • Chamar imediatamente um serviço de emergência (SAMU 192)

dor toracica

Pode ser causada por problemas simples ou preocupantes. Por exemplo, o infarto do miocárdio atinge entre 5% e 15% dos pacientes com dor no peito que procuram serviços de emergência.

 

As causas mais comuns são doenças pulmonares como pneumonia, dores ósseas e musculares (por exemplo, a ocasionada por falta de aquecimento ao praticar esportes) e doenças do aparelho digestivo como úlcera ou gastrite.

Sintomas:

  • Dor, pressão ou desconforto no peito que pode se espalhar para as costas, ombros, braços e pescoço. Mesmo que o incômodo pare, procurar o médico é aconselhável.
  • Tontura, falta de ar, suor em excesso, aumento da frequência cardíaca, náuseas e vômitos.
  • Mal-estar inesperado mesmo sem dor ou desconforto

“Pessoas com esses sintomas devem procurar um serviço de Pronto Atendimento para avaliar se há causas relacionadas a problemas do coração”, orienta o dr. Forlenza.

 

Alerta ainda para os fatores de risco: diabetes, hipertensão, elevação de colesterol, tabagismo e histórico familiar de doença coronária precoce (com menos que 60 anos).

 

Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

 

animais-peçonhentos

Acidentes por animais peçonhentos são aqueles provocados por picadas ou mordeduras de animais dotados de glândulas secretoras e aparelhos inoculadores de veneno.

Nos acidentes por mordidas de cobras, devemos sempre considerar como sendo de cobras venosas.

Sinais e sintomas

  • Pequena mordida na pele: pode parecer um ponto pequeno e descolorido.
  • Dor e inchaço, pode ser de desenvolvimento lento, na área da mordida.
  • Pulso rápido e respiração difícil.
  • Dificuldade visual.
  • Náusea e vômitos.

O que fazer

  • Manter a vítima calma e deitada.
  • Localizar a marca da mordedura e limpar o local com água e sabão.
  • Cobrir com um pano limpo.
  • Remover anéis, pulseiras e outros objetos que possam garrotear, em caso de inchaço do membro afetado.
  • Evitar que a vítima se movimente para não favorecer a absorção do veneno.
  • Tentar manter a área afetada no mesmo nível do coração ou, se possível, abaixo dele.
  • Levar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo, para receber o soro anti-ofídico.
  • Se possível, levar o animal para que seja identificado e para que a vítima receba o soro específico.

O que não fazer

  • Não fazer torniquete, isto impede a circulação do sangue e pode causar gangrena ou necrose local.
  • Não cortar o local da ferida, para fazer ‘sangria’.
  • Não aplicar folhas, pó de café ou terra sobre a ferida, poderá provocar infecção.

Características

A ação do veneno pode provocar as seguintes reações:

  • Proteolítica:necrose tecidual (morte do tecido lesado) devido à decomposição das proteínas.
  • Neurotóxica:ação no sistema nervoso causando queda palpebral; formigamento no local afetado, alterações de consciência e perturbações visuais.
  • Hemolítica:destruição das hemáceas no sangue.
  • Coagulante:causa deficiência na coagulação sangüínea.

Como evitar acidentes

  • Usar botas.Isto evita até 80% dos acidentes, pois as cobras picam do joelho para baixo. Mas antes de calçá-las verificar se dentro não há cobras, aranhas e outros animais peçonhentos.
  • Proteger as mãos.Não enfiar as mãos em tocas, cupinzeiros, ocos de troncos etc. Usar um pedaço de madeira para verificar se não há animais.
  • Acabar com os ratos.A maioria das cobras alimentam-se de roedores. Manter sempre limpos os terrenos, quintais e plantações evita atrais estes predadores.
  • Conservar o meio ambiente.O desmatamentos e queimadas, além de destruir a natureza, provocam mudanças de hábitos dos animais que se refugiam em celeiros ou mesmo dentro de casas. Também não se deve matar as cobras, pois elas contribuem com o equilíbrio ecológico.

Importante

O Instituto Butantan, no Brasil, fabrica soros específicos, usados na terapia de várias doenças causadas por animais peçonhentos. Esses soros são distribuídos nos Centros de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e, eventualmente, para todo o país.

 

Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

 

Choque-Elétrico-Dicas-para-garantir-sua-segurança-1

Choque hemodinâmico (ou hipovolêmico) é a falência do sistema cardiocirculatório, causada pela perda de sangue (hemorragia), que pode ser interna ou externa.

Sinais e sintomas

  • Pele pálida, úmida e fria
  • Pulso fraco e rápido:
    • Adultos: pulso maior que 100 batimentos por minuto
    • Bebês e crianças: pulso maior que 120 batimentos por minuto
  • Respiração rápida e superficial.
  • Sede e tremores.
  • Agitação.
  • Tontura e perda de consciência.

O que fazer

  • Deitar a vítima com as pernas para cima (elevadas aproximadamente 30 cm da superfície em que estiver deitada).
  • Manter as vias aéreas (nariz, boca e garganta) livres e desobstruídas.
  • Manter a estabilidade da coluna cervical, essencialmente se a vítima sofreu queda ou foi vítima de acidente automobilístico.
  • Afrouxar roupas, retirar joias, óculos e outros objetos.
  • Manter a vítima aquecida.
  • Verificar o pulso a cada 5 minutos, inclusive durante o percurso até o serviço de saúde (pronto socorro ou hospital) mais próximo.

Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

d-e-s-m-a-i-o

Desmaio é a perda dos sentidos, desfalecimento. Conhecido também como síncope.

Causas

Várias são as causas que levam ao desmaio, como por exemplo:

  • Pressão baixa.
  • Jejum prolongado, que causa queda da taxa de glicose no sangue (hipoglicemia).
  • Dor forte.
  • Prática de exercícios físicos por períodos prolongados.
  • Vômitos.
  • Alteração emocional.
  • Desconforto térmico (extremo de frio ou calor).
  • Uso de drogas ilícitas.
  • Problemas cardiovasculares, neurológicos, entre outros.

Sinais e sintomas

  • Mal-estar.
  • Escurecimento da visão.
  • Suor abundante.
  • Perda de consciência.
  • Relaxamento muscular.
  • Respiração superficial.

Sempre há necessidade de acompanhamento médico para  investigação e diagnóstico correto, visto que o desmaio pode ser o sintoma de que algo mais sério está acontecendo no organismo.

O que fazer

  • Afastar a vítima de local que proporcione perigo (escadas, janelas etc.).
  • Deitá-la de barriga para cima (decúbito dorsal), e elevar as pernas acima do tórax (com a cabeça mais baixa em relação ao restante do corpo).
  • Lateralizar a cabeça para facilitar a respiração.
  • Afrouxar as roupas.
  • Manter o ambiente arejado.
  • Após recobrar a consciência, deve permanecer pelo menos 10 minutos sentada, antes de ficar em pé, pois isso pode favorecer um novo desmaio.
  • Transportar a vítima para atendimento médico.

O que não fazer

  • Não jogar água fria no rosto, para despertar.
  • Não oferecer álcool ou amoníaco para cheirar.
  • Não sacudir a vítima.

Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

engasgo

Engasgos por corpos estranhos

Em casos de engasgos ocasionados por corpos estranhos – que pode ser moeda, pedra ou qualquer objeto – ingeridos pela vítima, utiliza-se a Manobra de Heimlich, que tem por objetivo desobstruir a passagem do ar pelas vias aéreas.

O que fazer

  • Enlaçar a vítima com os braços em volta do abdome.
    • Em adultos: posicionar-se atrás da vítima, se ela ainda está consciente.
    • Em crianças: posicionar-se atrás da vítima, de joelhos.
  • Uma das mãos permanece fechada sobre a chamada “boca do estômago” (região epigástrica). A outra mão, comprime a primeira, ao mesmo tempo em que empurra a “boca do estômago” para dentro e para cima, como se quisesse levantar a vítima do chão.
  • Efetuar movimentos de compressão para dentro e para cima, até que a vítima elimine o corpo estranho.

Engasgos em bebês

Bebê consciente

  • Posicionar o bebê de bruços em cima de seu braço e efetuar 5 compressões entre as escápulas (no meio das costas).
  • Virar o bebê de barriga para cima em seu braço e efetuar 5 compressões sobre o esterno (osso que divide o peito ao meio), na altura dos mamilos.
  • Tentar visualizar o corpo estranho e retirá-lo delicadamente.
  • Se não conseguir, repetir as compressões até a chegada a um serviço de emergência (pronto socorro ou hospital).

Bebê inconsciente

  • Deitar o bebê de costas em seu braço e liberar as vias aéreas (boca e nariz).
  • Verificar se o bebê respira.
  • Se o bebê não respira, efetuar 2 respirações boca-a-boca.
  • Observar expansão torácica; se não visualizar movimentos respiratórios, repetir a liberação das vias aéreas e as 2 respirações.

Atenção

Sempre que a vítima perder a consciência, pedir ajuda ou ligar para o Serviço de Emergência (192 ou 193).

Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

HEMORRAGIAS

Hemorragia é a perda súbita de sangue, originada pelo rompimento de um ou mais vasos sanguíneos.

Classificação

Externa

Quando a hemorragia está na superfície e pode ser visível.

Interna

Quando não pode ser visível, como por exemplo, no abdome ou tórax, podendo exteriorizar-se pelos orifícios naturais do organismo (boca, nariz, ouvido etc.).

Tipos

Arterial

O sangue está jorrando de uma artéria. O sangramento é vermelho vivo, em jatos, pulsando em sincronia com as batidas do coração. A perda de sangue é rápida e abundante.

Venosa

O sangue está saindo de uma veia. O sangramento é uniforme e de cor escura.

Capilar

O sangue está escoando de uma rede de capilares. A cor é vermelha, normalmente menos viva que o sangue arterial e o fluxo é lento.

O que fazer

Nos casos de sangramento de braços e pernas

Tentar estancar a hemorragia, utilizando um dos métodos abaixo:

  • Compressão direta. É feita uma pressão direta sobre a ferida, usando um pano limpo ou curativo. Mantenha até que ocorra a coagulação. A interrupção precoce dessa manobra pode remover o coágulo recém-formado, reiniciando o sangramento.
  • Elevação do membro.Consiste em elevar o membro afetado acima do nível do tórax, normalmente usado em combinação com a compressão direta para controlar a hemorragia de uma extremidade.
  • Compressão indireta (pontos de pressão). É feita usando uma pressão da mão do socorrista para comprimir uma artéria, distante do ferimento. Este procedimento é executado frequentemente na artéria braquial e femural.
  • Aplicar torniquete somente quando existir amputação traumática do braço ou da perna:
    • Com sangramento abundante e que não tenha respondido às técnicas anteriores;
    • Se o centros médicos estiverem a mais de 30 minutos de distância.

Nos casos de sangramento do nariz

  • Sentar a vítima com a cabeça para frente para evitar que a mesma engula sangue, evitando náuseas e vômitos.
  • Pressionar as narinas com o seu dedo indicador e o polegar em forma de pinça durante 10 minutos.
  • Orientar a vítima para respirar pela boca.
  • Após cessar o sangramento, orientar a vítima para não assoar o nariz, evitar esforços e também evitar exposição ao calor.
  • Caso o sangramento persista, repetir a ação por mais duas vezes.
  • Se nenhuma das manobras resolver, remova a vítima imediatamente para o serviço de saúde (pronto socorro ou hospital) mais próximo.

Nos casos de sangramentos da boca

  • Utilizar técnica de compressão direta para sangramentos nos lábios.
  • Caso o sangramento seja nos dentes, o socorrista deverá visualizar o local do sangramento, preparar uma gaze, um chumaço de algodão ou pano limpo para colocar no local exato do sangramento e pedir à vítima para morder durante 10 minutos.

Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

 

Veneno2

Veneno é toda substância que, se introduzida no organismo em quantidade suficiente, pode causar danos temporários ou permanentes.

As intoxicações e o envenenamento são causados pela ingestão, aspiração e introdução no organismo, acidental ou não, de substâncias tóxicas de naturezas diversas. Podem resultar em doença grave ou morte em poucas horas se a vítima não for socorrida em tempo.

Substâncias comuns nas intoxicações

  • Produtos químicos utilizados em limpeza doméstica e de laboratório.
  • Venenos utilizados no lar (como raticidas, por exemplo).
  • Entorpecentes e medicamentos em geral.
  • Alimentos deteriorados.
  • Gases tóxicos.

Vias de penetração

Boca

Ingestão de qualquer tipo de substância tóxica (química ou natural).

Pele

Contato direto com plantas ou substâncias químicas tóxicas.

Vias respiratórias

Aspiração de vapores ou gases emanados de substâncias tóxicas.

Sinais e sintomas 

Envenenamento por ingestão:

  • Queimaduras, lesões ou manchas ao redor da boca.
  • Odores incomuns da respiração, no corpo, nas roupas da vítima ou do ambiente.
  • Hálito com odor estranho.
  • Transpiração abundante.
  • Queixa de dor ao engolir.
  • Queixa de dor abdominal.
  • Náuseas, vômito, diarreia.
  • Alterações no nível de consciência, sonolência.
  • Convulsões.
  • Aumento ou diminuição do diâmetro das pupilas.
  • Alterações no pulso, na respiração e da temperatura corporal.

Envenenamento por contato:

  • Manchas na pele.
  • Irritação nos olhos.
  • Dor de cabeça.
  • Temperatura da pele aumentada.

Envenenamento por inalação:

  • Respiração rápida.
  • Frequentemente os olhos da vítima aparecerão irritados.
  • : estes são os sintomas gerais, podem variar de acordo com o veneno inalado

Orientações gerais

  • Cuidados com a segurança do socorrista, evitando que este entre em contato com o produto intoxicante.
  • Remover a vítima para local arejado.
  • Afrouxar as vestes e, caso estejam contaminadas, retirá-las, cortando-as.
  • NUNCAdeixar a vítima sozinha.
  • Deixar a vitima falar, deixando-a o mais confortável possível.
  • Transportar a vítima em posição lateral, a fim de evitar aspiração de vômito, se ocorrer.
  • Transportar junto, restos da substância, recipientes, embalagens e aplicadores.

O que fazer

Nos casos de intoxicação por contato (pele):

  • Lavar abundantemente o local afetado com água corrente.
  • Se os olhos forem afetados: lavar com água corrente durante 15 minutos e cobri-los, sem pressão, com pano limpo ou gaze;
  • Encaminhar ao serviço médico (pronto socorro ou hospital).

Nos casos de intoxicação por inalação:

  • Remover a vítima para local arejado.
  • Encaminhar ao serviço médico (pronto socorro ou hospital).

Nos casos de intoxicação por ingestão:

  • Não provocar vômito.
  • Não oferecer água, leite ou qualquer outro líquido.
  • Encaminhar, com urgência, para serviço médico (pronto socorro ou hospital).

Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

QUEIMADURAS

Queimadura é toda lesão causada por agentes externos sobre o revestimento do corpo, podendo destruir desde a pele até tecidos mais profundos, como ossos e órgãos.

Causas

Agentes físicos

  • Térmicos: líquidos quentes, gordura quente, ferro quente, vapor e através do fogo;
  • Elétricas: corrente de baixa voltagem (eletrodomésticos), alta tensão e raio;
  • Radiantes: resultam da exposição à luz solar ou fontes nucleares.

Agentes químicos

  • Substâncias químicas industriais, produtos de uso doméstico, como solventes, soda cáustica, alvejantes ou qualquer ácido ou álcalis.

Agentes biológicos

  • Seres vivos: como por exemplos, taturanas, “água viva”, urtiga.

Classificação

Quanto à profundidade:

  • 1º grau: atinge a epiderme (camada superficial da pele). Apresentação com vermelhidão sem bolhas e discreto inchaço local. A dor está presente.
  • 2º grau: atinge a epiderme e parte da derme (2ª camada da pele). Há presença de bolhas e a dor é acentuada.
  • 3º grau: atinge todas as camadas da pele, músculos e ossos. Ocorre necrose da pele (morte do tecido), que se apresenta com cor esbranquiçada ou escura. A dor é ausente, devido à profundidade da queimadura, que lesa todas as terminações nervosas responsáveis pela condução da sensação de dor.

Quanto à extensão:

A extensão de uma queimadura é representada em percentagem da área corporal queimada.

  • Leves (ou “pequeno queimado”): atingem menos de 10% da superfície corporal.
  • Médias (ou “médio queimado”): atingem de 10% a 20% da superfície corporal.
  • Graves (ou “grande queimado”): atingem mais de 20% da área corporal.

Duas regras podem ser utilizadas para ‘medir’ a extensão da queimadura:

  • Regra dos nove: é atribuído, a cada segmento corporal, o valor nove (ou múltiplo dele):
    • Cabeça – 9%
    • Tronco frente – 18%
    • Tronco costas – 18%
    • Membros superiores – 9% cada
    • Membros inferiores – 18% cada
    • Genitais – 1%
  • Regra da palma da mão: geralmente a palma da mão de um indivíduo representa 1% de sua superfície corporal. Assim pode ser estimada a extensão de uma queimadura, calculando-se o “número de palmas”.

As queimaduras de mãos, pés, face, períneo, pescoço e olhos, quaisquer que sejam a profundidade e a extensão, necessitam de tratamento hospitalar. A gravidade da queimadura será determinada pela profundidade, extensão e a área afetada.

O que fazer

Queimaduras térmicas

Causadas por líquidos e objetos quentes, vapor e fogo:

  • Esfrie a área queimada com água fria (não use gelo, pois pode agravar a queimadura).
  • Cubra a área com um pano limpo.
  • Remova imediatamente: anéis, pulseiras, relógios, colares, cintos, sapatos e roupas, antes que a área afetada comece a inchar.

Queimaduras químicas

Causada por contato com produtos químicos, como ácidos:

  • Enxágue o local por, pelo menos, 20 minutos em água corrente.
  • Remova imediatamente: anéis, pulseiras, relógios, colares, cintos, sapatos e roupas, antes que a área afetada comece a inchar.
  • Remova resíduo de roupa contaminada pelo produto, prevenindo queimadura em outras áreas.
  • No caso dos olhos terem sido afetados: enxágue abundantemente em água corrente até ajuda médica. Se usar lentes de contato, removê-las imediatamente.

Queimaduras elétricas

Causadas por corrente de baixa voltagem, como eletrodomésticos, alta tensão e raio:

  • Não toque na vítima.
  • Desligue a corrente elétrica.

Em todos os casos de queimaduras, encaminhar para o serviço médico (pronto socorro ou hospital) mais próximo.

O que não fazer

  • Não use nunca:pasta da dentes, pomadas, clara de ovo, manteiga, óleo de cozinha ou qualquer outro ingrediente sobre a área queimada.
  • Não remova tecidos grudados:corte cuidadosamente e retire o que estiver solto.
  • Não estoure bolhas.

Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

 

CRISE-CONVULSIVA

O corpo sofre contrações musculares intensas e involuntárias. A pessoa se debate, pode ficar arroxeada, lábios e dentes ficam cerrados e há salivação excessiva. Na maioria das vezes, ocorre perda de consciência. Essa é a descrição feita por quem já presenciou uma crise convulsiva, condição que ocorre repentinamente.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), até 10% da população mundial tem, ao menos, uma convulsão durante toda sua vida.

Diante de uma situação como essa, esqueça o que diz a crença popular e jamais tente abrir a boca de alguém que esteja tendo uma convulsão. “A mandíbula é muito forte. A orientação é virar a pessoa de lado para que ela não aspire saliva”, alerta Gisele Sampaio Silva, gerente médica do Programa Einstein de Neurologia. Essa posição evita que a língua obstrua a passagem do ar e também que a pessoa se engasgue.

A coloração arroxeada é resultado da forte contração dos músculos respiratórios. “Em alguns casos, a pessoa pode gritar, também resultado dessa contração. Colocar a mão na boca não vai resolver e quem está ajudando ainda corre o risco de se machucar seriamente”, explica Dra Gisele.

Outra medida importante é tirar a pessoa de perigo. Para isso, coloque-a deitada no chão, mantenha-a afastada de objetos cortantes e móveis, e, se possível, retire colares e óculos e proteja a cabeça com uma almofada, travesseiro ou algo macio. Não jogue água no rosto da pessoa.

As crises em geral duram cerca de dois minutos, mas podem se estender por até cinco. “Se o tempo for superior a esse, acione uma ambulância ou leve a pessoa a um hospital. A crise convulsiva é sintoma de uma condição neurológica aguda ou de epilepsia e deve ser abordada como urgência médica em quem nunca a teve”, aconselha Luis Otávio Caboclo, coordenador médico do setor de Neurofisiologia Clínica do Einstein.

Quando a crise termina, é normal haver sonolência, dor de cabeça e confusão mental. Esse estado, chamado de pós-ictal, pode durar de uma a duas horas. Nesse período, evite dar de comer ou beber à pessoa, pois os movimentos ainda podem estar descoordenados.

 

EPILEPSIA

Nem toda crise convulsiva, ao contrário do que muitos pacientes acreditam, é sintoma de epilepsia. Outros fatores como febre alta, tumor cerebral, hipoglicemia, acidente vascular cerebral (AVC), meningite, intoxicação, traumatismo crânioencefálico, reações adversas a medicamentos e abuso de drogas ou álcool podem ocasionar uma crise.

A convulsão só caracteriza um quadro de epilepsia caso se repita por mais de duas vezes. Essa doença é um distúrbio neurológico crônico que afeta pessoas de todas as idades. A estimativa da OMS é que 50 milhões de pessoas em todo o mundo tenham a doença. A crise acontece quando há uma falha nos impulsos elétricos do cérebro.

Durante a convulsão a orientação é colocar a pessoa deitada no chão, de lado, mantendo-a afastada de objetos cortantes e móveis Quando um tumor ou uma lesão cerebral é responsável pelos episódios convulsivos dá-se o nome de epilepsia sintomática ou secundária. Entretanto, o tipo mais comum – que afeta seis em cada dez pessoas com o problema – é a chamada idiopática, quando os motivos que levam à crise são desconhecidos.

As crises epilépticas podem ser parciais (focais) ou generalizadas. A primeira é provocada por alterações em qualquer parte do cérebro e, por isso, pode apresentar sintomas diversos, que vão desde o formigamento ou náusea até ouvir barulhos estranhos ou sentir cheiros diferentes. As crises parciais podem, em sua evolução, ter generalização. Nesse caso, definem-se as crises secundariamente generalizadas.

A crise generalizada é a mais conhecida da população e envolve todo o cérebro e os sintomas são a inconsciência e as contrações musculares involuntárias e bruscas.

“Essa distinção é muito importante, porque as drogas antiepilépticas usadas para tratar crises focais e crises generalizadas normalmente são diferentes. No caso de uma crise secundariamente generalizada, a escolha deve ser por uma droga para tratar crises focais, uma vez que a crise efetivamente começa focal, e só depois se torna generalizada”, explica Dr. Luis Otávio Caboclo.

A epilepsia aumenta em até três vezes o risco de morte prematura. Esse aumento deve-se a uma série de fatores, incluindo complicações de crises prolongadas, coexistência de doenças associadas e acidentes relacionados às crises (como afogamento, por exemplo). “E, ainda, devido a uma condição denominada Sudep (do inglês “sudden unexplained death in epilepsy patients” – morte súbita não explicada em pessoas com epilepsia) que, como o nome já diz, define situações de morte súbita em pacientes com epilepsia, aparentemente não ligada à ocorrência de crises”, esclarece o neurologista.

VIDA NORMAL

Não há cura para epilepsia. Por isso, o objetivo do tratamento é evitar a ocorrência de crises. Para tal, é importante reconhecer a condição e saber que, com a medicação adequada, 70% das pessoas terão vida normal.

Para a parcela que não responde aos tratamentos disponíveis atualmente, a ciência tem apresentado boas esperanças com o avanço na busca por alternativas. Novos medicamentos estão em teste e há também a investigação de outras linhas de procedimento, como dieta específica e a neuromodulação do cérebro, como soluções possíveis para o problema.

Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

 

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Entenda a diferença entre lesões superficiais e graves

Traumas e lesões nos olhos – como quedas, socos, batidas e pequenos cortes – podem confundir o indivíduo que foi machucado. Mesmo sofrendo lesões leves, a dor pode ser aguda nas primeiras horas e pode ocorrer a formação de um hifema – aquele acúmulo de sangue que deixa o olho intensamente tingido de vermelho. Para avaliar a gravidade do caso e não se desesperar à toa – ou mesmo ganhar tempo, nos casos mais graves – a indicação mais importante é a visita a um oftalmologista imediatamente após o acidente.

De acordo com o médico oftalmologista do Hospital Israelita Albert Einstein, Dr. Claudio Luiz Lottenberg, presidente do HIAE, o hifema é bastante comum em traumas oculares.

A avaliação de um oftalmologista é essencial para classificar a quantidade de sangramento e medir o nível de pressão intraocular

“Nas primeiras 24 horas após uma lesão ocular, o sangue que extravasa para o interior da pele em torno do olho normalmente produz uma equimose, conhecida popularmente como ‘olho preto’. Quando ocorre a ruptura de um vaso sanguíneo, a superfície do olho fica avermelhada, por conta de um sangramento que normalmente é de pequena intensidade”, explica o médico.

Lesões superficiais

Segundo o oftalmologista, o hifema é uma lesão superficial e tem incidência maior em jovens do sexo masculino. “Dependendo da intensidade e do mecanismo do trauma, pode deixar a visão parcial ou completamente bloqueada. Algumas complicações, como o aumento da pressão intraocular e a impregnação de sangue na córnea, também podem interferir na capacidade visual após o trauma”, afirma.

Lesões Graves

Já as lesões internas do olho, quando ocorrem, são frequentemente mais graves que a lesão superficial. Nestes casos, o sangramento na câmara localizada na parte anterior do olho e a pressão na parte interior podem tornar a córnea manchada de sangue e consequentemente podem reduzir a visão – como a catarata – ou aumentar o risco de glaucoma durante o resto da vida.

Nas lesões internas, o sangue pode vazar para o interior do olho, a íris (a parte colorida) pode ser danificada ou o cristalino pode ser deslocado. Também podem ocorrer hemorragias e descolamento da retina – no início, causam a sensação de imagens com formas irregulares ou flashes de luz e deixam a visão borrada; em seguida, acontece a redução acentuada da capacidade visual. Nas lesões graves, o globo ocular pode chegar a se romper.

Avaliação do oftalmologista

“Seja no caso de lesões superficiais ou graves, a avaliação de um oftalmologista é essencial para classificar a quantidade de sangramento e medir o nível de pressão intraocular”, afirma o oftalmologista do HIAE.

Para indivíduos que sofreram lesões leves, os principais cuidados são minimizar os esforços físicos, aumentar a ingestão de líquidos, manter postura elevada no leito e monitorar constantemente a estrutura ocular.

O tratamento é realizado à base de repouso e antiinflamatórios. Pode haver a necessidade de uma intervenção cirúrgica nos casos de falta de controle da pressão intraocular ou de impregnação da córnea por sangue.

O risco de novos sangramentos varia de 1 a 38%. Eles ocorrem, frequentemente, entre o segundo e o quinto dia após o trauma.

Quando seguido corretamente, o tratamento é eficaz e o trauma não deixa sequelas severas.

Proteção natural

A estrutura da face tem a finalidade de proteger os nossos olhos contra lesões. Além do globo ocular estar localizado em uma cavidade circundada por uma borda óssea forte, as pálpebras funcionam como barreiras quando são fechadas, fazendo com que o olho consiga suportar um impacto leve sem ser lesado.

“Apesar dessa proteção, eventualmente podem ocorrer traumas na região do olho. Quando acontecer, a indicação é procurar a avaliação imediata de um oftalmologista, preservando os olhos de problemas mais graves”, alerta Dr. Claudio Lottenberg.

Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein